CONFIRA ALGUMAS PUBLICAÇÕES !
« PAIXÕES E VIOLÊNCIA NO ABISMO DA NÃO-RELAÇÃO »
Um texto sobre a violência contra as mulheres à luz da psicanálise lacaniana. O que leva um homem a passar ao ato? O que acontece com uma mulher que sofre violência doméstica? O que podemos falar sobre o feminicídio? Como cuidar disso nos consultórios? O que produz o feminicídio enquanto sintoma social? Juliana Sperandio se questiona, sobretudo, à respeito do que pode um analista nesse cenário e como uma história de amor desemboca em tamanho ódio.
« O QUE UMA MULHER PODE REVELAR SOBRE A PSICANÁLISE? »
Esse texto é uma carta dedicada a uma jovem analista, onde Juliana tenta responder à pergunta do que uma mulher poderia revelar sobre a psicanálise. O que uma mulher e um analista têm em comum? Se ser analista é se propor estar na posição feminina, o que podemos aprender com as mulheres? Talvez algo sobre a lógica, a politica e a ética… Talvez precisemos aprender a fazer com o que não-todas apreendemos.
« O FORA DO CORPO: IMPASSES ENTRE A HOLÓFRASE E A LETRA »
O problema se estabelece, sobretudo, na década de 1970, quando Lacan define o sintoma como letra, mar-cando Um que estaria fora do corpo. Seria a holófrase uma letra? A qual corpo se referia Lacan ao fazer essa constatação? Os avanços na teoria lacaniana ligados aos conceitos de corpo, de sintoma e de inconsciente implicam a necessidade de um estudo sobre os corpos e o que acomete o fenômeno psicossomático e o sintoma.
« O QUE TRAUMATIZA O CORPO: SINTOMA, FANTASIA E TRAUMA »
Até que ponto o sujeito é vítima do que lhe acomete? Existe uma relação entre os golpes do real que caem sobre o sujeito e o trauma ligado ao sintoma e à fantasia? Até onde o trauma conta com a participação subjetiva do sujeito? O estudo do caso clínico abordado no texto pode nos ajudar a pensar a complexidade da noção de “trauma” na psicanálise e a escuta que diferencia o lugar do analista.
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